sexta-feira, dezembro 15, 2006

Poema I


Dança dos Véus
Misteriosamente
desvendo pouco a pouco
o que está
envolvido e encharcado em mim ...
Posso manter o
tom sombrio e o olor
mais breve e
nada passa
por ser menos
configurado.
Eu resistindo
pertinentemente em nós.
Gosto de certeza
nunca provado
e imaginado, por
fora e sem fim.
O que movimenta
revela e excita,
o que escondo
aumenta o interesse.
A essência e o
sombrio - o vazio,
o tatear nos
lençois vazios
deitava antes e
assim o era
em delicada
surpresa;
e por hora
muitos véus
impedem o avanço
no contínuo infinito,
declarando
imediatamente
a criação das
expectativas-
mistério
misturado em tudo
e o próprio
mistério despertando
a veneração,
meu jeito de
imitar o divino.